Falta mar?
Falta
mergulhar
respirar
transpirar
Falta amar
o mar.
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
sábado, 1 de dezembro de 2012
Luamor
Versos
pra ela, que me observa:
Universos
em meu olhar toda noite.
Uno versos:
Escrevo inspirada pelo brilho que vem do céu,
lanço palavras, na tentativa de conquistá-la,
mas elas dançam ao léu.
Será que, agora, a lua vai me amar?
pra ela, que me observa:
Universos
em meu olhar toda noite.
Uno versos:
Escrevo inspirada pelo brilho que vem do céu,
lanço palavras, na tentativa de conquistá-la,
mas elas dançam ao léu.
Será que, agora, a lua vai me amar?
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
Conto do canto
Canto no conto.
Do canto, do canto
de uma canção.
Detalhe bobo!
Canto o canto
que canto. Que canto?
E canto? Não?
Não! Não canto!
Mas conto que canto,
E penso que canto.
Canto em silêncio.
Silêncio que canto no conto.
Do canto, do canto
de uma canção.
Detalhe bobo!
Canto o canto
que canto. Que canto?
E canto? Não?
Não! Não canto!
Mas conto que canto,
E penso que canto.
Canto em silêncio.
Silêncio que canto no conto.
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
Semente de dois
Vinha o casal
às sete em ponto:
Ele pronto, o tal,
Ela achava sem sal.
Camiseta amassada,
sapatos no chão.
Reclamava da vida
sem lembrar da paixão.
Teimosa que só,
via sombra sem luz,
Eis que se ascendeu...
Num instante a seduz
o famoso Romeu.
Não deixara de ser
vítima de si mesma:
ciumenta, mulher,
decidida até...
Ele liga sem jeito,
Ela grita de longe,
Palpita no peito
o leito de seu doce
e imperfeito
Ato e alvo de amor.
Ela dorme aos prantos.
Resgatando o encanto
ele bate à porta,
diz que se importa.
Ela, pra disfarçar,
enxuga as lágrimas a tempo,
Mas se perde no tempo
insistindo em negar...
Ele a leva ao lugar
onde brotou o calor.
E quando o orgulho cessar,
ela perceberá
o que fez, o que faz
e o que o futuro traz a seu dispor,
Ato e alvo: o Amor.
às sete em ponto:
Ele pronto, o tal,
Ela achava sem sal.
Camiseta amassada,
sapatos no chão.
Reclamava da vida
sem lembrar da paixão.
Teimosa que só,
via sombra sem luz,
Eis que se ascendeu...
Num instante a seduz
o famoso Romeu.
Não deixara de ser
vítima de si mesma:
ciumenta, mulher,
decidida até...
Ele liga sem jeito,
Ela grita de longe,
Palpita no peito
o leito de seu doce
e imperfeito
Ato e alvo de amor.
Ela dorme aos prantos.
Resgatando o encanto
ele bate à porta,
diz que se importa.
Ela, pra disfarçar,
enxuga as lágrimas a tempo,
Mas se perde no tempo
insistindo em negar...
Ele a leva ao lugar
onde brotou o calor.
E quando o orgulho cessar,
ela perceberá
o que fez, o que faz
e o que o futuro traz a seu dispor,
Ato e alvo: o Amor.
domingo, 24 de junho de 2012
Colorida
a minha natureza flui.
como em dias de chuva,
quando o frio anima o ócio,
gotas finas caem desse amor.
eu, vestida de paixão,
acompanhada por ninguém,
faço-me vida e cor.
Fui!
como em dias de chuva,
quando o frio anima o ócio,
gotas finas caem desse amor.
eu, vestida de paixão,
acompanhada por ninguém,
faço-me vida e cor.
Fui!
domingo, 6 de maio de 2012
Alma de poeta
Quando a alma se debruça
no colo do poeta,
inspira-se em tudo que há;
Beleza é fatalidade.
É como andar pelas ruas
sentindo o instante passar,
sem pensar no passeio
do minuto que veio...
É ficar nu ao céu
do próprio espírito,
e perceber que o brilho
da lua reflete no rio do amor
toda noite em que se ama ao léu.
A impressão que se tem
é a beleza de alguém
compondo versos...
A alma dorme feliz!
domingo, 29 de abril de 2012
terça-feira, 24 de abril de 2012
Amor
De mãos dadas
Os irmãos corriam,
Sorrisos construíam
ao subirem as escadas
da vida.
Cresceram, e
improvisaram depois
em muitos abraços,
laços de amor-de-dois...
Logo já eram pais,
responsáveis pelos tais
respectivos filhos.
E que filhos!
Irmãos de mãos dadas
desde que a natureza
lhes deu mães
tão amadas.
Os irmãos corriam,
Sorrisos construíam
ao subirem as escadas
da vida.
Cresceram, e
improvisaram depois
em muitos abraços,
laços de amor-de-dois...
Logo já eram pais,
responsáveis pelos tais
respectivos filhos.
E que filhos!
Irmãos de mãos dadas
desde que a natureza
lhes deu mães
tão amadas.
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Utopia
Tenho esperança:
- Ainda há bonomia!
Aquela que encanta e acaricia
o coração de quem vê flor em gente.
A suavidade de cada dia,
leve, leva esse amor que se sente
pelo mundo, pelo ar, por amar.
- Ainda há bonomia!
Aquela que encanta e acaricia
o coração de quem vê flor em gente.
A suavidade de cada dia,
leve, leva esse amor que se sente
pelo mundo, pelo ar, por amar.
sexta-feira, 13 de abril de 2012
terça-feira, 10 de abril de 2012
Deixo
Jamais zombarias de mim.
Entendes que parto,
pois o parto do fim
precedeu o previsto.
Portanto, partindo,
deixo meu coração,
que sempre foi seu,
desde que, então,
você apareceu.
Jamais zombaria de ti.
confiei tesouros meus,
e em minhas últimas palavras aqui,
em linhas curtas, construo nosso
Adeus.
confiei tesouros meus,
e em minhas últimas palavras aqui,
em linhas curtas, construo nosso
Adeus.
domingo, 8 de abril de 2012
Do Coelho
Meus ovos
vou distribuir:
chocolates novos,
capitalizados.
Venho de longe...
Jesus ressuscita,
mas eu resplandeço.
e o lucro cresce.
vou distribuir:
chocolates novos,
capitalizados.
Venho de longe...
Jesus ressuscita,
mas eu resplandeço.
e o lucro cresce.
domingo, 1 de abril de 2012
Um prelúdio
Das dores, tenho a pior,
e dela me faço gente.
Se a sinto, sinto-me só,
prendo-me à dor que arde a mente.
A ferida do ser
na individualidade,
constrói a cidade
de sangue a ferver.
O corpo vitral
se quebra no nada,
derrotado pelo prazer.
O escalar de ossose dela me faço gente.
Se a sinto, sinto-me só,
prendo-me à dor que arde a mente.
A ferida do ser
na individualidade,
constrói a cidade
de sangue a ferver.
O corpo vitral
se quebra no nada,
derrotado pelo prazer.
afunda os olhos nossos
no desespero, a estremecer.
E a alma escurece,
O sol já não nasce
nos corpos.
A casca mantém a farsa
da morte que habita
seus interiores
e os incompleta.
quarta-feira, 28 de março de 2012
Regressão
Esgotaram-se as passagens
para o mundo novo,
onde se vive
na união do povo,
e as mensagens verdadeiras tem valor.
quarta-feira, 21 de março de 2012
Na rua
O ponto é meu divã.
Penso enquanto espero o ônibus,
me surpreendo com esses olhos nus
de gente vã de ensinamentos.
Penso enquanto espero o ônibus,
me surpreendo com esses olhos nus
de gente vã de ensinamentos.
domingo, 18 de março de 2012
Além de nós
Como as últimas palavras de um livro,
fixadas na memória,
te registro num capítulo,
com seu nome e nossa história.
Releio as frases à minha caligrafia,
e recordo o conto da noite vazia
no qual errante eu ia
até te ler por completo.
Em tempo e espaço alternados,
estampo recados em versos
e minha visão de romance
em diários compartilhados.
Adormeço ao sol da tarde tímida
de alergia, ciúme e saudade.
Absorvo o intenso,
intensifico a verdade.
O desejo que flui
me engana bem.
Mal percebo, já fui:
reconheço o além.
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Quase àDeus
Parto, pois nasce um novo sol
e perto põe-se o segundo
do tic-tac mais profundo
que resplandece qualquer farol
quando tudo escurece...
e perto põe-se o segundo
do tic-tac mais profundo
que resplandece qualquer farol
quando tudo escurece...
Falso abrigo
Se esse amor que em mim abrigo
não me faz completa,
vejo a sombra de uma seta
apontando-me o perigo.
Se a conspiração me entristece,
ainda desço a avenida
com a mente acesa, mas perdida,
nem percebo que amanhece...
não me faz completa,
vejo a sombra de uma seta
apontando-me o perigo.
Se a conspiração me entristece,
ainda desço a avenida
com a mente acesa, mas perdida,
nem percebo que amanhece...
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