Amor amigo:
Céu nublado inibindo a lua.
"Transa":
sensações mesclam a respiração
e o pensamento que a idealiza.
Voz e eu na cama
Sussurrando o próximo sonho
Inspiro cansaço
Expiro frio
Imagino cachoeira
Grito, mas não há voz
ao meu lado.
Queda d'água:
meus olhos te mirando.
Ainda estou a respirar
esse encontro
esse detalhe
que distrai
meus dedos passeando nos cabelos
antes de adormecer
ao som delicioso
da presença em voz
do poeta mais admirado de todas as minhas noites.
Relatos submersos
sábado, 4 de maio de 2013
domingo, 10 de março de 2013
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
sábado, 1 de dezembro de 2012
Luamor
Versos
pra ela, que me observa:
Universos
em meu olhar toda noite.
Uno versos:
Escrevo inspirada pelo brilho que vem do céu,
lanço palavras, na tentativa de conquistá-la,
mas elas dançam ao léu.
Será que, agora, a lua vai me amar?
pra ela, que me observa:
Universos
em meu olhar toda noite.
Uno versos:
Escrevo inspirada pelo brilho que vem do céu,
lanço palavras, na tentativa de conquistá-la,
mas elas dançam ao léu.
Será que, agora, a lua vai me amar?
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
Conto do canto
Canto no conto.
Do canto, do canto
de uma canção.
Detalhe bobo!
Canto o canto
que canto. Que canto?
E canto? Não?
Não! Não canto!
Mas conto que canto,
E penso que canto.
Canto em silêncio.
Silêncio que canto no conto.
Do canto, do canto
de uma canção.
Detalhe bobo!
Canto o canto
que canto. Que canto?
E canto? Não?
Não! Não canto!
Mas conto que canto,
E penso que canto.
Canto em silêncio.
Silêncio que canto no conto.
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
Semente de dois
Vinha o casal
às sete em ponto:
Ele pronto, o tal,
Ela achava sem sal.
Camiseta amassada,
sapatos no chão.
Reclamava da vida
sem lembrar da paixão.
Teimosa que só,
via sombra sem luz,
Eis que se ascendeu...
Num instante a seduz
o famoso Romeu.
Não deixara de ser
vítima de si mesma:
ciumenta, mulher,
decidida até...
Ele liga sem jeito,
Ela grita de longe,
Palpita no peito
o leito de seu doce
e imperfeito
Ato e alvo de amor.
Ela dorme aos prantos.
Resgatando o encanto
ele bate à porta,
diz que se importa.
Ela, pra disfarçar,
enxuga as lágrimas a tempo,
Mas se perde no tempo
insistindo em negar...
Ele a leva ao lugar
onde brotou o calor.
E quando o orgulho cessar,
ela perceberá
o que fez, o que faz
e o que o futuro traz a seu dispor,
Ato e alvo: o Amor.
às sete em ponto:
Ele pronto, o tal,
Ela achava sem sal.
Camiseta amassada,
sapatos no chão.
Reclamava da vida
sem lembrar da paixão.
Teimosa que só,
via sombra sem luz,
Eis que se ascendeu...
Num instante a seduz
o famoso Romeu.
Não deixara de ser
vítima de si mesma:
ciumenta, mulher,
decidida até...
Ele liga sem jeito,
Ela grita de longe,
Palpita no peito
o leito de seu doce
e imperfeito
Ato e alvo de amor.
Ela dorme aos prantos.
Resgatando o encanto
ele bate à porta,
diz que se importa.
Ela, pra disfarçar,
enxuga as lágrimas a tempo,
Mas se perde no tempo
insistindo em negar...
Ele a leva ao lugar
onde brotou o calor.
E quando o orgulho cessar,
ela perceberá
o que fez, o que faz
e o que o futuro traz a seu dispor,
Ato e alvo: o Amor.
domingo, 24 de junho de 2012
Colorida
a minha natureza flui.
como em dias de chuva,
quando o frio anima o ócio,
gotas finas caem desse amor.
eu, vestida de paixão,
acompanhada por ninguém,
faço-me vida e cor.
Fui!
como em dias de chuva,
quando o frio anima o ócio,
gotas finas caem desse amor.
eu, vestida de paixão,
acompanhada por ninguém,
faço-me vida e cor.
Fui!
domingo, 6 de maio de 2012
Alma de poeta
Quando a alma se debruça
no colo do poeta,
inspira-se em tudo que há;
Beleza é fatalidade.
É como andar pelas ruas
sentindo o instante passar,
sem pensar no passeio
do minuto que veio...
É ficar nu ao céu
do próprio espírito,
e perceber que o brilho
da lua reflete no rio do amor
toda noite em que se ama ao léu.
A impressão que se tem
é a beleza de alguém
compondo versos...
A alma dorme feliz!
domingo, 29 de abril de 2012
terça-feira, 24 de abril de 2012
Amor
De mãos dadas
Os irmãos corriam,
Sorrisos construíam
ao subirem as escadas
da vida.
Cresceram, e
improvisaram depois
em muitos abraços,
laços de amor-de-dois...
Logo já eram pais,
responsáveis pelos tais
respectivos filhos.
E que filhos!
Irmãos de mãos dadas
desde que a natureza
lhes deu mães
tão amadas.
Os irmãos corriam,
Sorrisos construíam
ao subirem as escadas
da vida.
Cresceram, e
improvisaram depois
em muitos abraços,
laços de amor-de-dois...
Logo já eram pais,
responsáveis pelos tais
respectivos filhos.
E que filhos!
Irmãos de mãos dadas
desde que a natureza
lhes deu mães
tão amadas.
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