domingo, 6 de maio de 2012

Alma de poeta


Quando a alma se debruça
no colo do poeta,
inspira-se em tudo que há;
Beleza é fatalidade.

É como andar pelas ruas
sentindo o instante passar,
sem pensar no passeio
do minuto que veio...

É ficar nu ao céu
do próprio espírito,
e perceber que o brilho
da lua reflete no rio do amor
toda noite em que se ama ao léu.

A impressão que se tem
é a beleza de alguém
compondo versos...

A alma dorme feliz!